Antes de começar com a história em si, deixe-me tomar alguns momentos de sua atenção... Criei este blog com o intuito de escrever uma história e ir desenvolvendo aos poucos. Não sei onde essa história vai parar.... enfim, aí está:
Capítulo 1.1
... Estava noite quando saí do trabalho. Tive que fazer hora extra... Ser historiador às vezes é complicado; estudava um caso muito... O que posso dizer? Peculiar. Eram alguns casos clássicos de vampirismo ao longo da história, uns mais realistas, outros bastante folclóricos. Além de ser noite, caía uma chuva fina, nada que eu precisasse abrir o guarda-chuva, apenas um sobretudo era suficiente. Não que esteja reclamando, pelo contrário, adoro esse clima, parece que o ar fica mais puro, mais fresco; gosto de caminhar com o pôr-do-sol, e esse clima agradável, pena que hoje perdi esse momento. Paro em um café de esquina, que sempre costumo freqüentar, para tomar um capuccino duplo e comer um croissant. É quase como um ritual, mas não posso evitar. Saindo dali, fui para meu apartamento, descansar um pouco, pois estava a mais de dez horas entre livros e internet, em busca de dados para minha pesquisa; tudo o que queria era um bom banho e assistir um pouco de TV antes de dormir. Moro sozinho, e minha família mora em uma cidade próxima, apesar de ainda ser quarta-feira, estava ansioso para, no sábado, visitar a família, ver minha irmã, meus pais, e alguns amigos de infância. Não quero parecer fraco, ou sentimental demais, mas sabe como é, descendentes de italianos são bem apegas à família e aos amigos. A TV ligada, apenas para fazer barulho... olho pela janela e vejo essa chuva engrossar, se tornar um temporal. Relâmpagos riscam os céus, fazendo com que aquele céu obscuro ganhe um brilho momentâneo. Acabo pegando no sono. Acordo no dia seguinte, e percebo algo muito estranho: fotos minhas espalhadas pelo apartamento; parece que essas fotos foram tiradas por alguém que está me espionando, pois são fotos da minha rotina. O que isso quer dizer? Não sei! Só sei que não posso ficar aqui... Não posso usar meu telefone, nem meu celular, já que devem estar grampeados. O que faço? Ah! Que ódio! Não sei o que fazer!!! Pensa, maldito! Você é um cara racional! Isso não pode te afetar... Sinto minha respiração ficar mais pesada, estou com falta de ar, tudo começa a girar, e finalmente desmaio. Algumas horas depois, com o telefone tocando, e depois de muita luta, recobro a consciência. Olho para todos os lados, mas não vejo nada de incomum. Será que foi um sonho? O relógio do celular marca sete da manhã. Então ele não estava tocando... era o despertador! Ufa! Tudo não passou de um sonho! Um sonho estranho, maluco, mas ainda assim, um sonho. Bom, já que tudo não passou de um sonho, tenho que ir trabalhar, senão me atraso.

HAHUhauUHA Fikei curiosa!!espero q xegue logo a continuação!;**
ResponderExcluirOi Fah!
ResponderExcluirótima a sua ideia de escrever história!rs
bjs